Casa lotada
Telha quebrada que apara outra pipa
Pira que massa
Noite festiva
Festival de estrelas no céu das antigas lendas do rock
Música é vida
Prendem expectativas na criação de um cyborg
Óh que loki o cientista
E o artista só tende a morrer quando mata outra linha
Eu vim dos Ipês onde a paz e o sossego das árvores quebram teus mármores edificando raízes
Pobres infelizes, pensam que por tamanha luxúria precisamos do auxílio de uma rádio
Tô rindo de tédio na cara dos fela
Cultivo o deboche pela ironia
Não quero teus métodos meritocratas
Revistas de plágio não fazem meu dia
E eu sou do jeito que não me criaram já que o mundo é quem cria
Um salve família
Irmão, pai e mãe, cês nem imagina nossa correria
Já ganhamos tudo é um todo por dia
E essa maldição benze a caligrafia
Sem esperar quem diria
Sou mais um filho pródigo do ritmo e poesia
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