Não adianta me tratar no solavanco
Porque no tranco descambo pra lá
Tive maluco por amor, fui em Macambúzio
Agora Búzio por Búzio, ficar
Já foi dinheiro no Sudão
Trocava Búzio por milhão
Agora eu quero ver quem vai pagar
Pataca de papel não vai colar
Quietinho, mas ligeiro pra me defender
Vou pra linha de fundo e chego pra acusar
Eu já sou tarde quando vai amanhecer
Procura mas num acha, eu tô sempre em outro lugar
Saiu, eu tô chegando, não dá tempo de voltar
Já te feri de modo sem você notar
Espero de ferro mora em casa de pau
Embaúba, macambira serve, ou jatobá
Corte de aço, espreme o sangue no jornal
Se o leite é derramado, eu não vou reclamar
Sapateei na escuridão
Lama lavada no rincão
Fumaça na janela a incendiar
Fuligem na calçada pra pisar
Não adianta me tratar no solavanco
Porque no tranco descambo pra lá
Tive maluco por amor, fui em Macambúzio
Agora Búzio por Búzio, ficar
Já foi dinheiro no Sudão
Trocava Búzio por milhão
Agora eu quero ver quem vai pagar
Pataca de papel não vai colar
Quietinho, mas ligeiro pra me defender
Vou pra linha de fundo e chego pra acusar
Eu já sou tarde quando vai amanhecer
Procura mas num acha, eu tô sempre em outro lugar
Saiu, eu tô chegando, e num dá tempo de voltar
Já te feri de modo sem você notar
Espero de ferro mora em casa de pau
Embaúba, macambira serve, ou jatobá
Corte de aço, espreme o sangue no jornal
Se o leite é derramado, eu não vou reclamar
Sapateei na escuridão
D'alma lavada no rincão
Fumaça na janela a incendiar
Fuligem na calçada pra pisar
Agora eu quero ver quem vai pagar
Pataca de papel não vai colar
Comments (0)