Uma pessoa que em princípio estava bem
E de repente ficou na merda
Idealmente todos teriam lugar
No céu dos agnósticos
A alma amiga que deixa os camaradas
Nas suas vidinhas tacanhas
A alma feia de um jovem reacionário
Uma pessoa conhecida estava mal
E de repente desaparece
Sinceramente ninguém 'tá livre
De silenciarem os seus prognósticos
Mas para alguém vigoroso e corpulento
Com papel, vitaminado
Não é bem igual àquele indivíduo
Que é explorado
E a cada mais 100 anos que hão-de vir
Hão-de vir mais maldades e agonia
Hão-de vir mais injustiças e azar
Nunca vão faltar desgosto e abandono
E a cada mais 1000 anos que durarmos
Hão-de ser 1000 anos de destruição
1000 anos de egoísmo e esquecimento
1000 anos de homicídio e desencontro
E a cada mais 100 anos que hão-de vir
Hão-de vir mais maldades e amargura
Hão-de vir mais injustiças e desgraça
Nunca vão faltar desgosto e abandono
E a cada mais 1000 anos que durarmos
Hão-de ser 1000 anos de destruição
1000 anos de egoísmo e esquecimento
1000 anos de homicídio e desencontro
E a cada mais 100 anos que hão-de vir
Hão-de vir
Nunca vão
E a cada mais 1000 anos que durarmos
1000 anos
1000 anos
Uma pessoa que em princípio estava bem
E de repente ficou na merda
Idealmente todos teriam lugar
No céu dos agnósticos
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